07 junho 2010

Flores sobre o piano





Volto ao poema porque uma página me resta
Como se houvesse flores sobre o piano
Lirismo absoluto! Lentamente
Uma música acompanha dando às “bossas”
Boas novas de um lugar perceptivo
Pudera! Depois de tempos de sofisma
Isolado, é suspeito uma estaca de espinho.

Volto à poesia porque ela não me abandona
Como se houvesse rumores no silêncio
Concentração e vício! Novamente
Uma voz dentro de mim emana
Ecoa “personagens companhia”
Quem dera! O intento de ser sozinho
É o trote que engana e deixa mancha
No piano com um copo de vinho.

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